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Nossa intenção é valorizar o fluxo continuo do caos, ou seja o próprio ato criador, a ARTE.
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   Segunda-feira, Julho 28, 2003
Chega de subversão controlada (hei amigo, voto nulo ainda é um voto!).


O QUE QUEREMOS DE FATO É QUE NOSSAS IDÉIAS VOLTEM A SER PERIGOSAS...
Internacional Situacionista

Voto Nulo, por mais que muitos achem que é uma arma contra a falsa democracia, devemos considerar que essa arma ainda é um voto, ou seja, continuamos a nos submeter ao controle dos fascistas.
Ao invés de negarmos por completo esse mecanismo burguês de anestesia e controle das massas, nos submetemos a sua alternativa de revolta (voto nulo), continuamos a seguir as regras do jogo, fazendo apenas o que é permitido, se revoltando dentro das regras do jogo.
Ao irmos votar, somos mais um eleitor, ao votarmos nulo nos tornamos revoltados controlados, pois até pra negar as regras temos que seguir as regras. Não façamos papel de rebelde controlados, revoltemo-nos por completo. Se somos contra o sistema porque participar dele? Perderemos documentos, "direitos civis", cidadania?
Sabemos que precisamos desses artifícios para sobreviver nessa sociedade do espetáculo, mas não nascemos para sobreviver e sim para viver, então porque continuar a aceitar a esmola da sobrevivência?
Documentos, impostos, eleições, serviço militar, etc. A lista de submissão é grande para citarmos aqui...
Não queremos criar mártires, e sim mostrar a todos que podemos e devemos passar a exercer o controle de nossas vidas, e em todos os aspectos

E pra sairmos dessa rotina de época de eleição, aquela rotina chata de ir votar ou até mesmo de panfletar em defesa do voto nulo , vamos ousar, vamos dar emoção a nossas vidas , não vamos votar , organizemos uma campanha criativa pelo não voto, uma campanha para incentivar mais e mais pessoas a não participarem mais de eleições, uma campanha pelo boicote aos governos, poderes e autoridades em defesa da autogestão e da livre vida, uma campanha para mostrar que cuidar de nossas vidas é mais gostoso e eficiente e sem burocracia.

Betão e Toca
grupo criação


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   Sexta-feira, Julho 18, 2003
E-MAIL PARA CONTATO com os participantes e criadores do blog:

hecatombesocial@bol.com.br
Grupo Criação


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   Quarta-feira, Julho 16, 2003
Eis alguns trechos da entrevista realizada com o sociólogo alemão Robert Kurz e Publicado em ISTO É - 25/11/98.
A entrevista e outros trabalhos do sociólogo podem ser econtrados no site do grupo Krisis no Brasil.
grupo Krisis : http://planeta.clix.pt/obeco/

Aqui vai mais uma bomba de idéias anti-trabalho!!!
"Artesãos e camponeses trabalhavam menos que os trabalhadores de hoje"

ISTOÉ ¿ Mas durante a revolução industrial as pessoas não chegavam a trabalhar 15, 18 horas por dia?
Kurz ¿ Sim, mas essa já é a história da modernização. A gente tem que ver a história como um todo. A nossa perspectiva só vai até a época da industrialização. Mas isso está errado. A pergunta ainda está aí. As máquinas poupam tempo, elas trabalham por você. Então, por que depois que inventaram as máquinas as pessoas têm que trabalhar mais do que antes da existência das máquinas?
ISTOÉ ¿ Por quê?

Kurz ¿ Porque na economia moderna, o tempo economizado pelas máquinas não é utilizado em benefício das pessoas que produzem. É usado em mais produção. É um objetivo próprio desse sistema econômico. A economia de tempo resulta ou em mais trabalho ou em desemprego. E hoje esse modelo chegou a um limite por causa da microeletrônica. A economia de tempo gerada pela microeletrônica é tão grande que não se consegue mais transformá-la em trabalho adicional, mas só em desemprego. As potencialidades da microeletrônica e das forças produtivas deveriam ser usadas para dar às pessoas mais ócio, mais tempo de lazer, mas com um padrão de vida bom. Isso é tecnicamente possível.




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FRASES DA HORA

"É preciso ter um caos dentro de si para dar a luz à uma estrela brilhante." - Nietzsche

"É melhor dormir em meio às vacas que
em meio às suas etiquetas e respeitabilidades."
(Nietzsche)

"Pensar não se reduz, acreditamos,
em falar, classificar em categorias,
nem mesmo a abstrair. Pensar é agir sobre
o objeto e transformá-lo." Jean Piaget

"O que queremos, de fato, é que as i
déias voltem a ser perigosas." Internacional Situacionista (1)

¿Até agora os filósofos interpretaram
o mundo, cabe-nos, no momento, transformá-lo¿.
(K. Marx)



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Trabalho e tédio - buscar trabaho pelo salario - nisso quase todos os homens dos paises civilizados são iguais; para eles trabalho é um meio,não um fim em si; e por isso são poucos refinados na escolha do trabalho, desde que proporcione uma boa renda.Mas existem seres raros, que preferem morrer a trabalhar sem ter prazer no trabalho: são aqueles seletivos, dificeis de satisfazer, aos quais não serve uma boa renda, se o trabalho mesmo não for a maior de todas as rendas.A esta rara especie de homens pertencem os artistas e contemplativos de todo gênero, mas também os ociosos que passam a vida a caçar, em viagens, em atividades amorosas e aventuras. Todos estes querem o trabalho e a necessidade, enquanto estejam associados ao prazer, e até o mais duro e difícil trabalho,se tiver de ser. De outro modo são de uma resoluta indolência, ainda que ela traga miséria, desonra, perigo para a saúde e a vida.
Não é o tédio que eles tanto receiam, mas o trabalho sem prazer; necessitam mesmo do tédio para serem bem sucedidos no seu trabalho. Para o pensador e para todos os espiritos inventivos, o tédioé aquela desagradavel "calmaria"da alma, que precede a viagem venturoza e os ventos joviais; ele tem de suportá-la, tem de aguardar em si o seu efeito: - é justamente issoo que as naturezas menores não conseguem obter de si!
Afastar o tédio a todo custo é vulgar: assim como é vulgar trabalhar sem prazer.Algo que talvez distinga os asiaticos, em relação aos europeus, é o fato de serem capazes de uma mais prolongada calma do que estes; mesmo os seus narcóticos agem lentamente e exigem paciência, ao contrario da repulsiva rapidez do veneno europeu, o alcool.
Nietszche
*Complemento ao texto:
Para a sociedade em geral, até a perda do melhor indivíduo é um sacrifício pequeno! É uma pena que este sacrifício seja necessário! Mas seria bem pior se o indiv[iduo pensasse de outra forma e considerasse sua preservação e se desenvolvimento mais importantes que o trabalho para sociedade! E assim lamentam esse jovem, não por ele mesmo, mas porqueum instrumento devotado e implacáve consigo mesmo - um sujeito trabalhador- foi perdido para a sociedade com essa morte. Talvez reflitam se não teria sido mais vantajoso para a sociedadese ele tivesse trbalhado de modo menos implacável consigo, preservando-se por mais tempo - admitem que haveria vantagem nisso, mas calculam ser maior e mais duradoura uma outra vantagem, a de que se fez um sacrifício e de que a atitude do animal de sacrifício teve novamente uma confirmação visível. Portanto é a natureza do instrumento que é louvada nas virtudes, quando se faz elogio delas, e também o impulso cego dominante em cada virtude, que não é mantido nos limites pelo interesse geral do indivíduo; em suma: a desrazão da virtude, mediantea qual o indivíduo se deixa transformar numa função do todo. O elogio das virtudes é o elogio de algo privadamente nocivo -- de impulsos que distituem o homem do seu nobre amor-próprio e da força para a suprema custódia de si mesmo.

*trecho retirado da Gaia Ciência, Nietszche.


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   Terça-feira, Julho 15, 2003
Uma vida autogestionada

A proposta deste informativo sobre produzir o próprio
alimento é convidar as pessoas a experimentarem e
exercitarem novas formas de relações e praticas
quotidianas. Começar a plantar o que se come é uma
pratica que desperta novas sensações e percepções sobre
tudo aquilo que te envolve e que esta ao seu redor, é um
meio de se relacionar com o ambiente em que se vive,de
resgatar praticas que possa melhorar nossa sociabilidade,
é um meio de perceber como se vive e como pode se
viver .Vivemos em uma época em que nossas percepções,
nossas habilidades, nossos sentimentos e sonhos são
anulados em nome de abstrações como o mercado,
mercadorias, dinheiro, profissão, trabalho, estado.
Vivemos em um sistema que não só anula os indivíduos como
também destrói a natureza. Sabemos que o mundo é
resultado de nossas próprias ações, portanto que tal
praticar um novo mundo?Que tal nos desvincularmos deste
sistema, isto é, não colaborarmos mais para que o
capitalismo continue existindo? Que tal construir e
praticar uma nova forma de se viver? Produzir o próprio
alimento significa dar um passo firme na desvinculação da
sociedade da mercadoria (capitalismo), um sistema que
promove a fome, a miséria, ignorância, exclusão social e
cultural, um sistema que temos denunciar e combater. A
desvinculação das nossas atividades do sistema
capitalista significa um comprometimento com a construção
de um novo modo de vida, de novas relações sociais, isto
é, de uma nova sociedade, uma sociedade guiada pelos
valores do cooperativismo, apoio mutuo, autonomia das
comunidades, uma sociedade onde não temos mais a
necessidade do dinheiro, do mercado e do estado. Isso
significa uma sociedade autogestionaria. Portanto se
começarmos a produzir nosso próprio alimento como forma
de exercitar e garantir nossa autonomia temos que
garantir que não produziremos alimentos ou qualquer outra
coisa para se transformar em mercadoria, produziremos
para nós mesmo consumir.
cultivando autonomia
¿A agricultura pode tornar-se uma forma de atividade
espiritual, materialmente rentável. Ela é muito positiva
para o ambiente e favorece também, o que é ainda talvez
mais importante, a autonomia das pessoas e das
comunidades¿.(...) Aquilo que importa mais não é saber se
uma pequena cooperativa alimentar pode substituir um
supermercado, se um pomar comunitário tem ou não
capacidades para suplantar uma empresa agrícola
industrial ou se um moinho de vento pode porventura
produzir tanto como uma central nuclear. O que importa é
que estas cooperativas, estes pomares e estes moinhos
são, de certo modo, o ressurgimento de uma capacidade de
autodeterminação pessoal, inacessível às coisas
maximizadas, e ainda ao ressurgimento de um sentimento
de autocompetência, que em geral é negado ao cidadão
comum. A imagem da cidade enquanto fábrica, imagem muito
divulgada, foi já tão longe, que as formas técnicas e
institucionais alternativas têm também de ser
suficientemente radicais e profundas."(Murray Bookchin,
autogestão e tecnologia)
"as pessoas não tem tempo para cuidar de hortas"
Hoje, às vezes, ao dizer em produzir o próprio alimento
pode-se ouvir argumentos como esse: "as pessoas não tem
tempo para cuidar de hortas", a partir deste argumento
podemos desenvolver uma critica a sociedade capitalista
pelas formas de produção e relação social baseadas no
lucro, na competitividade e na acumulação e não no livre
desenvolvimento dos indivíduos, na livre atividade.Pois
bem, o tempo levado para organizar uma horta varia de
acordo com que se tem planejado, não precisamos nos
dedicar um dia inteiro numa horta (a não ser que você
queira), com um bom planejamento do que se vai fazer e
como vai fazer para organizar a horta, em uma hora por
dia durante uma semana pode-se organizar uma bela horta.
Existem meios de se cultivar alimentos com o mínimo de
manutenção, a única manutenção seria colher os frutos e
de vez em quando uma poda aqui, ou uma adubação...Na
verdade seria uma economia de tempo, pois o tempo e o
dinheiro que se gasta indo até um mercado para comprar
tomate pode ser economizado se você cultivar na sua casa
um ou mais pés de tomate que facilmente você pode cuidar.
Perdemos praticamente 12 horas por dia de nossas vidas
trabalhando em lugares que não gostamos e produzindo algo
que geralmente não usufruímos e para pessoas que
geralmente não conhecemos, isso sim é perda de
tempo.começando!!!Hoje, ainda podemos encontrar algumas
casas em que seus moradores ainda cultivam um pouco de
seus alimentos, isso mostra que é uma pratica muito
viável e popular e que na verdade só precisa ser mais
praticada, incentivada e valorizada. Não precisamos de
fazendas ou grandes terrenos para começar a plantar algo,
claro que quanto mais espaço tiver melhor, mas podemos
começar a cultivar alimentos em pequenos vasos, num
canteiro, no jardim, no quintal cimentado você poder
quebrar o cimento preparar a terra e cultivar uma bela
horta que trará muitos benefícios a sua casa. Mas se você
não tem muito espaço ou mora num apartamento esta ai um
bom motivo para se mudar para uma casa que tenha terra!
Mas como isso requer mais dinheiro ou outros fatores mais
complexos você pode adaptar a horta por enquanto em
pequenos vasos, onde em cada vaso ou jardineira pode-se
plantar, por exemplo, tomates, ervas, etc. existe na
verdade muitas maneiras de se cultivar alimentos em
pequenos espaços, use sua criatividade.

Mantenha contato com pessoas que produzam o próprio
alimento e também incentive amigos e parentes a fazerem o
mesmo assim você pode estabelecer trocas com o excedente
da produção, você pode combinar de produzir um certo tipo
de alimento enquanto outra pessoa produz outro,
aumentando assim a variedade, incentivando o
cooperativismo e o apoio mutuo.A atividade de cultivar o
próprio alimento conforme vai se aperfeiçoando, ampliando
os espaços de cultivo e a variedade de espécies
cultivadas, garante a possibilidade de produzir
produtos "secundários" (ex:óleos, corantes,
farinhas,açúcar,massas, etc) isso significaria um grande
passo para autonomia das pessoas, das casas ou
comunidades.a produção desses produtos secundários não
requer grandes conhecimentos ou tecnologias caras, se um
grupo de amigos, famílias ou vizinhos que produzem seu
alimento juntarem recursos e conhecimento podem
facilmente montar uma pequena refinaria ou moinho
comunitário promovendo a própria autonomia e o apoio
mutuo.É uma pratica que traria a tona muitos valores e
sentimentos positivos , sentimento de cooperativismo,de
união,de responsabilidade ,de coletividade de comunidade
fazendo assim nascer novas formas de relações, produções
e convívio social baseadas na auto gestão (livre do
estado,mercado e do dinheiro), essa pratica é tão
possível quanto necessária.



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   Sábado, Julho 12, 2003
Aos piratas do caos
Visando dar continuidade para nossa jornada da arte da guerra e sua aplicação no dia-a-dia, achei que seria muito útil fazer uso dos escritos de outras pessoas que perceberam como viver nesse mundo condicionado pelas máquinas e aprenderam que somente depende de nós ser ou não ser mais um escravo do trabalho; apesar de vivermos em um mundo condicionado, não precisamos necessariamente estar condicionados como ele. Independente das inúmeras tentativas de destruição do nosso olhar caleidoscópio pelos mestres do arrependimento que ainda continuam a perpetuar a tragédia em nossos dias, Henri Miller um dos maiores escritores do século XX, que após Dostoievski, sem sombra de dúvidas passa a ser seu sucessor, no mundo das memórias do subsolo, o que quebra os tabus moralistas do rebanho e coloca em cheque o drama social da perpetuação contínua da brutalização do ser humano, demonstra que somente depende de nós e de mais ninguém a quebra do ciclo repressor do estado burguês. Aqui coloco um fragmento de sua jóia literária SEXUS, o primeiro livro da trilogia ¿A crucificação Encarnada¿. Sem dúvida nenhuma um irmão de outros tempos, um espírito livre, que sempre buscou ampliar ao máximo sua potência, e demonstrou como podemos estar colaborando diariamente para construção de um mundo onde o desenvolvimento de cada individuo pode ser alcançado.Só depende de cada individuo libertar da massa amorfa que chamamos de vida cotidiana.

Para que nos curemos, devemos levantar de nossos túmulos e jogar fora as mortalhas dos mortos. Ninguém pode fazer isso pelo outro ¿ é um negócio privado que se faz melhor coletivamente. Devemos morrer como egos e nascer novamente no grupo , não separados e auto-hipinotizados, mas individuais e relacionados.
Quanto a salvação e tudo o mais...Os maiores mestres, os verdadeiros terapeutas, diria eu, sempre insistiram em que apenas podem indicar o caminho. Buda foi até ao ponto de dizer ¿Não acredite em nada, não importa onde o tenho lido ou quem o tenho dito, nem mesmo se eu o disse, a não ser que isso se acorde com sua própria razão e seu próprio bom-senso.¿ Os grande não abrem consultórios, cobram consultas, fazem conferências ou escrevem livros. A sabedoria é silenciosa, e a propaganda mais efetiva para a verdade é a força do exemplo pessoal. Os grandes atraem discípulos, figuras menores cuja missão é pregar e ensinar. São os evangelistas que, ao contrário da tarefa suprema, passam a vida convertendo os outros. Os grandes são indiferentes, no sentido mais profundo.Não lhe pedem que acredite: eletrificam-no pelo seu comportamento. São os que nos abrem os olhos. O que a gente faça com nossa vida interessa apenas a nós, eles parecem dizer. Em suma , seu único propósito aqui na terra é inspirar. E que mais podemos pedir a um ser humano além disso?
Ser doente, ser neurótico, se assim preferem, é pedir garantias. O neurótico e o linguado que jaz no leito do rio, seguramente instalado na lama, esperando ser arpoado. Para ele a morte é a única certeza, e o pavor daquela sombria certeza o imobiliza numa morte viva muito mais horrível do que aquela que ele imagina mas que desconhece. O caminho da vida esta entretanto sentido da realização, aonde quer que essa realização leve. Restaurar um ser humano na corrente da vida significa não só injetar-lhe auto-confiança, mas também uma grande fé nos processos da vida. Um homem que tem confiança em si mesmo deve ter confiança nos outros, confiança na harmonia e justeza do universo. Quando um homem esta assim ancorado, ele deixa de se preocupar sobre a harmonia das coisas, sobre o comportamento do próximo, sobre o certo e errado, justiça e injustiça. Se suas raízes estão na corrente da vida, ele flutuára na superfície como uma lótus e florescerá e dará frutos. Extraíra o seu alimento de cima e de baixo; lançará suas raízes para baixo mais e mais profundamente, não temendo nem as profundezas, nem as alturas. A vida que nele existe se manifestará no crescimento, e o crescimento é um processo interminável , eterno. Não terá medo de murchar, porque a decadência e a morte são parte do crescimento. Como semente ele começou, e como semente ele voltará. Princípios e fins são apenas passos parciais no processo eterno. O processo de tudo...o caminho...o TAO.


CAOS ¿ Terrorismo Poético e outros crimes exemplares

Apesar de um longo período de incubação finalmente acenderemos os fósforos pra botar mais fogo nesse inferno. K estamos prontos pra navegar o mar do caos, com nossos navios piratas, prontos pra aterrorizar e saquear todos os que sejam um entrave pra beleza o amor e a verdade.Como anjos terríveis iremos pairar sobre as cabeças dos fantasmas do mundo da maquina de trabalho!
Sun tzu da a dica ,pra praticarmos a arte de sabotar e matar a mercadoria e as transações financeiras.Anjos terríveis, criminosos do amor louco, terroristas poéticos, crianças selvagens somos todos o pesadelo da máquina planetária do trabalho. Seremos chatos para a chatice da maquina do trabalho,demônios que atormentaram a paz dos alienados.A arte de vencer sem desembainhar a espada, possuímos a espada da vida nÃo da morte!
Terroristas poéticos, atacaremos nÃo a NATUREZA E a humanidade mas sim a ordem legal, as instituições que mutilam e brutalizam nossas almas e nossos corpos.



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Nossa intenção é valorizar o fluxo continuo do caos, ou seja o próprio ato criador, a ARTE.
Acreditamos que é de extrema importÂncia para o movimento anti-globalização atuar dentro da malha da internet, aproveitando as frestas desses espaço cibernético para a criação de ilhas piratas, onde o caos e o desejo seja nossos únicos princípios de organização. Os meios de comunicação não devem ser deixados de lado, são um instrumentos de controle, mecanismos de poder, e cabe a nós remodelar sua função, e procurar tirar o melhor proveito dele, para que possamos utilizar todo o potencial da tecnologia, e acabar com os abismos que existem entre a potencialidade dos usos da internet, e sua real aplicação no dia a dia.

CAOS ¿ Terrorismo Poético e outros crimes exemplares

Apesar de um longo período de incubação finalmente acenderemos os fósforos pra botar mais fogo nesse inferno. K estamos prontos pra navegar o mar do caos, com nossos navios piratas, prontos pra aterrorizar e saquear todos os que sejam um entrave pra beleza o amor e a verdade.Como anjos terríveis iremos pairar sobre as cabeças dos fantasmas do mundo da maquina de trabalho!
Sun tzu da a dica ,pra praticarmos a arte de sabotar e matar a mercadoria e as transações financeiras.Anjos terríveis, criminosos do amor louco, terroristas poéticos, crianças selvagens somos todos o pesadelo da máquina planetária do trabalho. Seremos chatos para a chatice da maquina do trabalho,demônios que atormentaram a paz dos alienados.A arte de vencer sem desembainhar a espada, possuímos a espada da vida nÃo da morte!
Terroristas poéticos, atacaremos nÃo a NATUREZA E a humanidade mas sim a ordem legal, as instituições que mutilam e brutalizam nossas almas e nossos corpos.



Nem Ser, nem Não-ser
Nem ar, nem terra, nem espaço:
O que estava escondido? Onde ? sob a proteção de quem?
O que era a água, profunda, insondável?
Nem morte, nem imortalidade, dia ou noite...
Mas o UNO soprando por si mesmo, sem vento.
Nada mais. Escuridão envolvendo escuridão,
Água não-manifesta.

O UNO, escondido pelo vazio,
Sentiu a geração do calor, tornou-se ser
Na forma do desejo, primeira semente da Mente...
O que estava por cima e o que, por baixo?
Existiam semeadores, existiam poderes:
Energia embaixo, impulso em cima.
Mas quem pode ter certeza?

Rig Veda




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