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Terça-feira, Novembro 30, 2004
Comente aqui Quarta-feira, Novembro 24, 2004 Acordava naquele dia, com uma sensação de que algo iria me surpreender, acho que era porque estava me sentindo muito bem comigo mesmo, e tinha percebido que conseguia interferir na realidade mais intensamente do que pensava. Muito do que podemos fazer com o poder de ressonância e vibração de nossos corpos, e moléculas, fora perdido nesses 2 milênios e um pouco mais de soterramento e entupimento de nossos poros sensitivos, parte pela rolha cristã intergalágtica de escravidão de almas e pelas instituições produtoras de vazio, e outra pela fraqueza de espírito das pessoas. O engraçado é que estava disposto a aprimorar minhas potências intuitivas e trasmutadoras da realidades naquele dia. já eram quase 2 horas da tarde e tinha que ir pra estrada pegar carona, estava confiante, pois sabia que minha ressonância molecular iria ser de extrema importância para a viagem rumo a Londrina, com ela as chances aumentavam exponencialmente, depois que você percebe que a razão não é um parâmetro para orientação tudo fica mais leve. era bom estar na estrada e ouvir meus passos solitários, que como meus irmãos de outro tempo haviam dado, cá estava eu, no fluxo ondulante da vida, colocado entre o hoje e o amanhã. Depois de meia-hora, e pensamentos musicais intensos, consegui uma carona, não fora díficil, pois havia conseguido entender um pouco do espírito alquímico, da transmutação da realidade... logo estava na casa de meu grande amigo Fábio, ambos cheios de idéias efervescentes, alegres por nosso reencontro, fumavamos cigarros de amizade e bebíamos ao som de Júpiter Maçã. Os campos de energia estão em todo lugar, entre as frestas do concreto nossa tribo nomadê ira festejar. o concreto ressecado romperá com nossas potências musicais, e como a estrela do caos, surgiremos em uma noite inesperada.
Comente aqui Quarta-feira, Novembro 17, 2004 Entrementes sigo a continuar navegando melodias noir. posted by Plano C | 12:04 PMComente aqui Quinta-feira, Novembro 04, 2004 Nem acredito que começava um dia cheio de novas visões, observava as nuvens no céu enquanto andava lentamente pelas ruas e sem me preucupar enchia meu peito de vento, sabia que não duraria muito, pois esses momentos de plenitude preenchem e se vão sem avisar . Mesmo tendo bebido um tanto demais, na noite anterior não era perfurado pelo mal estar dos dias de pós-cervejadas tão comuns em minha vida, entre meus delírios e devaneios encontrava um lugar calmo que possuía lençóis de seda e lindas mulheres flamejantes que escorriam pelos meus dedos. o intenso, me entreguei a vida intensificada, não mais o pacato caminhar dos dias convencionais, aqueles em que todos obstinadamente anseiam, desertos contidianos. nada mais. Me lanço novamente em mim, amo a queda de fronteiras internas, sobrepujar aquilo que em mim e no mundo enfraquece. Aos tolos a fraqueza dos valores mortos, aos bravos a sorte e o desvelamento da natureza. O horizonte esta aberto, mais do que jamais esteve talvez. bem. pelo menos para aqueles que tem coragem de inspirar a música da vida para dentro de suas veias.
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